QUANTA DIFERENÇA

QUANTA DIFERENÇA

Meu amigos flamenguistas, dia 19 de janeiro de 2013, estreia do Flamengo no Campeonato Carioca contra o Quissamã com a seguinte formação: Felipe, Léo Moura, Renato Santos, Frauches e Ramon; Cáceres, Ibson, Rodolfo, Rafinha, Hernane e Nixon. No decorrer da temporada chegaram Elias, Carlos Eduardo, o bonde caipira e vencemos a Copa do Brasil.

Investimentos modestos, arrumação de casa, dispensa de técnico e jogador porque não podia honrar com seus compromissos e tentando se desvencilhar da pecha de “mau pagador”, “caloteiro” e a famosa frase “Eles fingem que pagam e eu finjo que jogo”.

Hoje, dia 9 de janeiro de 2019, seis anos depois estamos anunciando Arrascaeta, principal jogador do Cruzeiro por 13 milhões de euros e Gabriel pagando um salário de cerca de 1,2 milhões de reais. Pagando em dia, com estrutura de primeiro mundo e sendo ainda mais atraente no ponto de vista profissional.

Sofremos muito no primeiro mandato do Bandeira por conta dos pagamentos das dívidas e principalmente na conquista da CREDIBILIDADE, algo que nos faz hoje, parcelar uma contratação de 13 milhões de euros com garantias e um recado: PAGAMOS NOSSAS CONTAS EM DIA.

Se hoje o Flamengo pode investir alto, pagar altos salários e atrair grandes jogadores, se dá pela credibilidade conquistada, pela estrutura construída e pelas condições de trabalho que oferece à estes jogadores.

Não temos mais rivais no Rio de Janeiro, só os salários dos novos contratados é praticamente a folha do Fluminense. O abismo do Flamengo para os demais times do Rio é um absurdo. Óbvio que dentro de campo nada disso conta se não tiver vontade, já tivemos times fracos contra potências e saímos vencedores.

Somos um novo clube, atingimos um novo patamar, podemos sonhar alto, podemos ficar ainda mais marrentos, como todo bom flamenguista. Agora é hora de fazer valer a velha máxima: DEIXOU CHEGAR, FUDEU!

Obrigado Eduardo Bandeira de Mello por ter conduzido o Flamengo à modernidade e por ter resgatado o clube do caos.

"Estão arrumando o Flamengo, e se arrumar não vai ter para ninguém. Se arrumar o Flamengo, acabou o futebol brasileiro!" - Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético Mineiro.

SRN!