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Ministério Público e Defensoria modificam ação contra o Fla, e pedem R$ 20 milhões em indenizações para famílias

A Defensoria e Ministério Público do Estadl do Rio de Janeiro modificaram a ação contra o Flamengo e acrescentaram R$20 milhões em indenizações para as famílias das dez vítimas do incêndio que atingiu o Ninho do Urubu. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo. E mais: segundo o Lance!, o Mais Querido pode desembolsar até R$ 58 milhões em todo o processo.

Segundo o veículo, os R$20 milhões correspondem ao ‘dano moral coletivo’, ou seja, o valor será dividido para as 10 famílias. O MP e a Defensoria ainda solicitam R$ 1 milhão por ‘dano moral individual’ para cada pai e mãe dos dez meninos que perderam a vida.

Ainda de acordo com o jornal, os órgãos também pedem indenizações por dano patrimonial e extrapatrimonial. Os patrimoniais são referentes à perda da chance de os jovens se tornarem jogadores profissionais. As entidades solicitam também 25% de valor de probabilidade, levando em conta o currículo e performance das vítimas.

Além disso, os órgãos querem que o clube seja condenado ao pagamento de pensão de R$10 mil mensais, com juros moratórios, correção monetária e demais ônus. Por fim, a Defensoria Pública e o Ministério Público pedem o acréscimo de R$ 5 milhões para cada aniversário do incêndio (caso o Flamengo descumpra suas obrigações).

O Globo ressalta que o Flamengo entende que a Defensoria e o MP não representam as famílias e não reconhece a legitimidade da ação.

Ainda sobre as indenizações referentes ao incêndio no Ninho do Urubu, o jornal O Lance! atualizou as informações: segundo o veículo, as entidades abriram uma nova petição para o caso: uma cobrança de quase R$58 milhões, que correspondem ao valor total dos pagamentos de pensão por período de 30 anos.

Publicado em colunadofla.com.