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VP geral e jurídico do Flamengo reconhece que faltou olhar “lado humano” das famílias das vítimas

A sexta-feira marcou a segunda sessão da CPI dos Incêndios, na Alerj. Um dos representantes do Flamengo para tratar do assunto sobre a tragédia no Ninho do Urubu foi o vice-presidente geral e jurídico do clube, Rodrigo Dunshee.

O dirigente rubro-negro afirmou que faltou para o Flamengo olhar para o lado humano que estava envolvendo a tragédia que matou dez meninos no CT. Dunshee reconheceu e espera que as coisas melhorem com as famílias dos meninos.

– Independente da parte indenizatória, é o lado humano. Faltou ao Flamengo esse olhar. Quando nos chegou isso, nós acordamos, não queremos botar valor no filho de ninguém, mas podemos conciliar as coisas. Quando isso acontecer vai melhorar muito.

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Rodrigo Dunshee também revelou a preocupação do presidente Rodolfo Landim em ajudar as famílias. O vice-presidente geral e jurídico ainda explicou a estratégia para o clube se fazer mais presente com os parentes das vítimas.

– Quando aconteceu, Landim nos chamou a todos e disse: prioridade são as famílias. O que queremos melhorar, é que com o tempo os contatos foram diminuindo. Os contatos psicológicos se resumiram a quatro famílias hoje em dia. Próximo de completar um ano, nos chegou que vários familiares falaram que o Flamengo não estava mais presente, procurei saber com quem trabalha em cima disso. Quando soubemos disso, nos reunimos e formamos uma comissão, com o VP de embaixadas, da Base e Relacionamento Social, para estar mais presente com as famílias.

Publicado em colunadofla.com.