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POUPAR OU NÃO POUPAR?
28 de julho de 2021 às 10:03h
Por Ricardo Perez
POUPAR OU NÃO POUPAR?

Essa talvez seja a dúvida com o maior percentual de equilíbrio nas opiniões entre nossos irmãos. E, diferentemente do que pode parecer, não existem apenas dois lados. Há os que pensam que SIM, os que pensam que NÃO e também aqueles que acreditam que o melhor seria poupar apenas uma parte dos nossos jogadores.


Como seria absolutamente IMPOSSÍVEL que uma equipe pudesse ter reservas do mesmo nível de nossos titulares, há uma evidente queda na qualidade, quando se decide pela preservação física dos principais. Só que nosso elenco é forte o bastante, para fazer com que essa perda não seja tão grande, como seria em qualquer dos nossos adversários.

 

Hugo; Matheuzinho (ou Rodinei), Bruno Viana (sou mais o Noga), Leo Pereira e René; Piris da Mota, João Gomes e Thiago Maia; Michael, Pedro e Vitinho.
QUANTOS clubes GRANDES do país não sonhariam ter 11 TITULARES como esses? Tirando Galo e Palmeiras, acredito que TODOS os demais.  

 

O fato é que não há como encarar o calendário desumano que nos é imposto, dependendo exclusivamente da nossa equipe principal até o início de Dezembro. Por isso, fiz questão de trazer esse assunto para discutir com vocês, pois nem mesmo eu tenho certeza absoluta quanto a melhor solução de contornar esse problema.

 

Contra o ABC, por exemplo, o melhor seria entrar com o time titular, tentar resolver o jogo no primeiro tempo, e depois trocar meio time? Ou o mais indicado seria jogar com o time principal o maior tempo possível, fazer o resultado, continuar com força total no Domingo em Itaquera e preservar o time inteiro da viagem para Natal na semana que vem?  

 

Há ainda a opção de preservar apenas nossos jogadores menos jovens para amanhã, para que estejam em perfeitas condições no Domingo, preservando-os novamente para o jogo do meio de semana que vem (essa, a princípio, seria a minha escolha).

 

Com o chaveamento que o sorteio nos proporcionou na Libertadores (ATÉ QUE ENFIM, NÉ?), e o caminho que se apresenta na Copa do Brasil (onde o Galo parece ser o único adversário de peso), talvez NUNCA tenhamos tido uma oportunidade tão real de conquistar as três competições no mesmo ano. Jogando a bola que temos jogado, e com o ambiente indiscutivelmente mais leve com a chegada do Renato, não é nenhum absurdo sonharmos com isso.

 

Ainda vamos sofrer com convocações, é verdade, mas nossa Diretoria já vem se movimentando no sentido de trazer peças que possam minimizar os desfalques com os quais seremos obrigados a conviver em algumas rodadas. Basta sabermos administrar o desgaste dos jogadores (como era feito na época do Mister e depois parece ter sido esquecido), para nos mantermos fortes o bastante durante essa Maratona.

 

NENHUMA outra equipe nas Américas (sim, na Central e do Norte também NÃO) joga um futebol com a qualidade e beleza que o nosso exibe. A trajetória do Renato está apenas no início, sem dúvida, mas tudo indica que, ao contrário de seus antecessores, ele é inteligente o bastante para entender que não há porque se afastar do estilo de jogo de TANTO sucesso, como o exibido em 2019. E, para que os resultados sejam ainda melhores do que foram dois anos atrás, é fundamental que saibamos administrar nossas escalações para que tenhamos, o maior tempo possível, os principais jogadores em perfeitas condições.

 

PRA CIMA DELES, MENGÃO !!!

Escrito por Ricardo Perez

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