A Seleção Uruguaia confirmou a desconvocação de Arrascaeta e De La Cruz para o confronto contra a Bolívia, que ocorrerá nesta terça-feira (25), no âmbito das Eliminatórias para a Copa. O atleta, que veste a camisa 18 do Flamengo, foi cortado por decisão técnica do treinador Marcelo Bielsa, gerando preocupação para a partida da Libertadores, que será disputada contra a LDU (EQU) em um local de alta altitude.
O motivo da desconvocação de De La Cruz está relacionado à altitude da cidade de El Alto, situada a 4.090 metros acima do nível do mar. Assim, devido a algumas limitações físicas para atuar nessas condições, o Flamengo ficou em alerta quanto à situação do meio-campista.
É importante frisar que De La Cruz já atuou em quatro ocasiões em condições de alta altitude. Em 2024, por exemplo, ele participou de ambas as partidas contra o Bolívar (BOL), em La Paz. Na época, a decisão de escalá-lo foi do técnico Tite, que dirigia o Flamengo nesses jogos.
Atualmente, o Flamengo permanece atento à situação de De La Cruz, visto que o clube enfrentará a LDU na altitude de Quito, no dia 22 de abril, durante a terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. Vale lembrar que a cidade equatoriana está localizada a 2.850 metros acima do nível do mar.
É relevante destacar que, desde o término da temporada de 2024, De La Cruz tem sido submetido a um controle de carga. O Departamento Médico do Flamengo, juntamente com a comissão técnica sob a liderança de Filipe Luís, implementou essa medida visando preservar a integridade física do jogador e prevenir lesões.
Em síntese, quanto maior a elevação em relação ao nível do mar, mais prejudicial pode ser para a saúde dos atletas. Isso ocorre devido ao ar rarefeito, que apresenta uma quantidade reduzida de oxigênio conforme ascendemos, impactando a respiração, o funcionamento cardíaco e a musculatura.
Por último, é importante observar que os seres humanos podem perceber alterações a partir dos 1.500 metros de altitude. Contudo, é mais comum que os sintomas comecem a se manifestar a partir dos 2.000 metros. Nessa altitude, é frequente que o atleta experimente dores de cabeça, náuseas, vertigens, mal-estar gástrico, vômitos, sensação de falta de ar, cansaço e letargia.
Publicado em colunadofla.com
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